Dani, a devassa – O safado do shopping

Numa tarde amena de outono, Dani dirigiu-se a um shopping movimentado da cidade. Era sábado e o lugar estava repleto de gente de todos os tipos. Famílias com suas crianças, casais de namorados, grupos de jovens, muito movimento e barulho. Dani vestia-se insinuamente, calças jeans e uma mini-blusa de tigresa. Tudo muito justo e muito decotado. Não usava maquiagem, porém chamava atenção mesmo assim.

Dani estava a procura de um conjunto de lingerie nova e, claro, de confusão. Em uma loja especializada em roupas íntimas femininas Dani escolhia dentre os modelitos o qual seria usado numa de suas noites de luxúria e devassidão. Era uma loja pequena, de fora era possível visualizar a movimentação dos clientes e das vendedoras. Dani estava em pé em frente a uma mesa onde a vendedora exibia as peças íntimas. Dani tomou em suas mãos a parte de cima do conjunto e colocou em frente ao corpo para olhar sua silueta no espelho. Olhou de relance para o exterior da loja e viu um homem que a olhava com gana. Era um homem de seus quarenta anos, bem apanhado, aspecto sisudo. Dani mirou nos olhos do estranho e fez um olhar e um gesto, como se dissera: “que tal”. O homem fez mímica exagerada com os lábios dizendo nitidamente: “delícia”.

Dani adora homens espirituosos. Então, ela resolveu testar os brios desse atrevido. Apanhou uma calcinha vermelha, minúscula, fio dental, e colocou em frente ao corpo e rebolou um pouco. Viu a reação do desconhecido, uma nova mímica exagerada que dizia: “gostosa”. Dani deu de ombros ao engraçadinho e escolheu um conjunto do seu agrado e deixou a loja. Ao sair pela porta o homem abusado a segurou pelo braço.

– Oi, tudo bem? Meu nome é Pablo. Não pude deixar de reparar em você, na loja, comprando lingeries. Você é deliciosa.

– Oi, obrigado. Eu notei que você estava babando por mim.

– Qual seu nome?

– Dani. E você, o que está fazendo aqui? Olhando mulheres comprando roupa íntima para abordá-las?

– Na verdade estou com minha mulher e minha filha. Elas estão no cinema e eu fiquei por aqui, passeando.

– É casado então.

– Sim, sou casado, e você?

– Não, sou avessa a compromissos e a monogamia. Acho tudo isso muito entediante. Mas, gosto de homens casados. Me divertem, normalmente estão sedentos por prazer, por luxúria e por mulheres devassas.

– Gostei de você, é sincera. Eu sou sincero também. Poderia mentir que era solteiro, entretanto falei a verdade. Gosto de tudo explícito, à mostra.

– Eu também, adoro tudo bem a vista, bem desnudo.

– Vamos para outro lugar, mais reservado?

– Vamos.

Dani entrou no carro daquele homem. Conversaram muito, Pablo era um homem educado, agradável, e gentil. Pablo levou Dani para um motel das proximidades, solicitou a melhor suíte. Ao adentrarem o quarto Pablo atacou Dani como um tarado. Arrancando suas roupas, mordendo seus seios, apertando-a contra seu torso e bolinando seu corpo macio. Dani gemia e cravava suas unhas nas costas de Pablo, arranhava sua pele, queria deixá-lo marcado. Dani, num ímpeto de desejo, avançou sobre o peito nu de Pablo e mordeu sua pele até tirar sangue. Isso desagradou Pablo que perdeu a ereção. Olhou com olhar de reprovação para Dani, estava chateado, viu-se todo marcado. Com toda a certeza teria problemas em casa.

– Sua doida! Eu falei que sou casado! Por que deixar marcas? Quer acabar com meu casamento?

– Deixa de ser frouxo, um homem desse tamanho com medo da esposa? Bate nela e manda calar a boca.

– Você é uma víbora mesmo, estava de caso pensado não estava? Queria me ferrar.

– Isso é irrelevante. Agora está feito. Aproveita meu corpo delicioso. Vá a desforra, coma meu cuzinho com força para me dar uma lição.

Dani dizia isso com olhar melífluo, nua e de quatro para Pablo. Todavia nada disso surtia efeito. Pablo estava transtornado. Sabia que teria problemas, tudo por uma aventura, por um rabo de saias. E que rabo! Pensou em sua situação e concluiu que o melhor seria se lambuzar nas carnes suculentas de Dani e consumar o ato pecaminoso.

– Chupa meu pau! – Ordenou Pablo, como um sargento.

Dani pôs-se a engolfar o membro flácido de Pablo. Fazia a contra gosto. Não gostava de pênis mole. Fazia por obrigação, para reanimar o pobre coitado. Fez por um certo tempo e desistiu.

– Não adianta. Vamos embora que hoje você não vai conseguir. – Sentenciou.

Num impulso de ódio, mesclado com excitação, Pablo tomou as pernas de Dani, abriu-as e iniciou um sexo oral frenético. Dani segurava a cabeça de Pablo e se contorcia. Queria gozar logo para ir embora. Odiava uma broxada. Dani sentia-se culpada quando um homem não levava a cabo uma relação amorosa, sentia-se conivente com a desgraça. Entretanto nesse caso Dani sabia o porquê da falta de libido e isso a satisfazia. Dani sabia que um casamento estaria acabado em poucas horas, ou no mínimo abalado. E ainda por cima ela tinha um homem humilhado a lhe fazer felação.

– Gozei, vamos embora? Me leva de volta ao shopping.

– Estou preocupado, o que vou dizer em casa?

– Diga que broxou, talvez ela compreenda. Você broxa muito com ela?

– Cinismo não ajuda nessas horas, ok?

– Relaxa, eu se fosse você chegaria em casa e dava essa chupada que você me deu na sua mulher. Depois apaga a luz e manda ela te morder e te arranhar. Se não der certo me chama que eu ajudo a explicar.

Pablo não respondeu, vestiu-se e foi para seu automóvel. Deixou Dani no shopping sem dizer uma só palavra.

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