"A grande questão do momento me demoveu até de assuntos mais importantes. Tenho muito a dizer sobre muitas coisas, e como minha opinião mudou através dos tempos, mas este assunto, que SUJEITOS INFELIZES QUE NÃO TEM PORRA NENHUMA PRA FAZER E INVENTAM ESTES ESTUDOS MALUCOS PORQUE NÃO TEM MULHER EM CASA, tomou todas as rodas de discussão do planeta civilizado, só perdendo para um evento NATURAL (eu não tenho nada com isso) que ocorreu no Caribe.
Ponto G. Coisa tão significante que o nome se resume a UMA letra. Porquê isso? Vergonha de dar nome a uma região que proporciona orgasmos a mulher? Ora, o homem através dos tempos deu nome a tudo, até a instrumentos de tortura, até a práticas sexuais estranhas, como comer fezes, e não consegue dar um nome decente a uma região do corpo feminino? Parece coisa de homem que se sente intimidado na presença de mulher. Poderiam chamar a região de coisas bem mais sugestivas...Mas se o tal do Gräfenberg resolveu colocar o nome dele ali, problema dele. Eu é que não gostaria de ser lembrado pelas mulheres porque dou o nome ao “ponto de Haroldo”. Mas cada um no seu quadrado.
Eu quero entender o seguinte: se, desde que o mundo é mundo, existe mulher fogosa, e existe homem incompetente na cama, porque tanta preocupação em um só ponto para dar prazer à mulher? Ou os tais pesquisadores (que devem ser ‘pouco doutos’ em sacanagem) acham que a circunstância pra fazer mulher sentir prazer é apenas “chegar lá”, apertar o botão e a fêmea se esvai em gozos e prazeres indescritíveis? Pra mim, isso é coisa de homem que é muito ruim de sacanagem, e de mulher que dorme com homens muito ruins de sacanagem.
Pelo visto, tenho que trazer luz à causa desses senhores, porque depois de pesquisar com MAIS DE MIL MULHERES, se eles chegaram a essa conclusão, é porque alguma coisa tá muito errada. Nerds são ruinzinhos de entender certas coisas, até compreendo, mas não compreendo porque esta fixação em tentar entender coisas que não são pra serem entendidas, como o prazer feminino. De qualquer forma, vamos lá:

Alguém duvida que a Paris Hilton goza só de olhar as jóias que o namorado deu pra ela?
1) O ponto G mais fácil de achar fica na joalheria mais próxima.
2) Quando mulheres não querem dar, adivinhe: elas não TE dão. Te vira na bronha que é mais fácil e menos desgastante.
3) O tempo que você perde com a mão enfiada no meio das pernas dela procurando algo que você deveria encontrar com o pênis é um tempo precioso que ela irá cobrar passeando com você nos corredores de um shopping, portanto, repense se vale a pena catar a chave do carro lá dentro.
4) QUEM SABE ONDE FICA NÃO ENSINA O CAMINHO DAS PEDRAS, portanto, não pense que o videozinho de sacanagem que você viu na rede é real, porque não é, e te induzirá a um fracasso monumental.
5) Quando você encontrar, você vai saber. É como ver a primeira vez um vibrador: você não tem idéia do como acontece, mas sabe exatamente para que serve.
Alguém já viu filmes da idade média onde as cortesãs discutiam a relação com seus amantes e onde eles tinham a preocupação de achar o ponto G delas? Isso é frescura que se tornou ‘questão de honra’ a partir dos anos 50 e que levou a um estardalhaço tão grande que virou assunto de pesquisa acadêmica. E eu tenho mais o que fazer do que ficar pesquisando estas coisas, como por exemplo, FAZER SEXO. Daqui a pouco, vão começar a pesquisar o porquê de todo homossexual gostar de fazer sexo anal, e onde fica o ponto G do ânus. Será que não é óbvio que o ponto G não é apenas um lugar ‘fisiológico’, mas a união da circunstância+estímulo mental+estímulo fisiológico? Não estou dizendo que alcançar a perfeição nesse sentido é uma coisa fácil (eu tive muitos séculos pra treinar, então reconheço que pra mim foi mais fácil) mas digo e afirmo que alguns homens NUNCA alcançarão o ponto G de mulher alguma, enquanto outros alcançarão sempre. Um deles é o tal de George Clooney, indivíduo pelo qual 11 entre 10 mulheres nutrem um fogo animalesco.
Ele sempre vai achar o ponto g da mulherada, mesmo quando não quiser. Mas você, caro amigo frustrado, ou corre atrás do prejuízo ou vai conhecer o ponto G da mesma forma que conhece atualmente: como lenda urbana, que todo mundo (todo mundo dos teus amigos noobs) já ouviu falar, mas ninguém pode afirmar que existe.
Eu sei que existe. E como não tenho o menor talento para ser Madre Teresa de Calcutá, só posso te dizer: CORRE ATRÁS, que eu já tô ganhando a corrida faz tempo.
Semana que vem volto às atividades normais e aos assuntos habituais. Porque Ponto G é bom achar, não falar."
Cremilson Luis
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