Seção para maiores de 18 anos. Contém linguagem com forte apelo sexual explícito.
O calor do verão na repartição pública onde Maria Eugênia trabalhava era particularmente nocivo para ela. O suor dos corpos e o cheiro dos homens que trabalhavam a seu lado a deixava muito excitada. Ela não era notada por seus colegas, eles preferiam açular as outras colegas de trabalho, mais vistosas e provocantes.
Maria Eugênia era uma mulher insossa, um legume, um rabanete, um nabo. Tinha esse ar sem gosto para se proteger do mundo. A vida lhe dera muitos dissabores e isso a transformou numa mulher amargurada e rancorosa. Uma recalcada. Fôra abandonada às vésperas do casamento pelo homem com quem sonhava dividir a vida, ter filhos, envelhecer junto. Perdera a virgindade com esse homem que lhe prometera o mundo e foi trocada pela secretária ordinária do escritório onde ele trabalhava. Trocada por um boquete ao pé da mesa de reuniões. Era seu primeiro namorado e ela tinha 22 anos.
Após seis meses de choro e ranger de dentes, Maria Eugênia conheceu outro rapaz. Jeito de bom moço, aparentemente bem de vida, apaixonou-se. Durante o namoro esse rapaz abusava dela, batia, transava a força com ela. Mas como ele tinha uma conversa envolvente, e ela amava aquele ser com todas as suas forças, sempre perdoava e tratava-o muito bem. Até o dia em que esse suposto bom moço aplicou-lhe um golpe surrupiando todas as economias que Maria Eugênia poupara desde que fora aprovada no concurso da defensoria pública. Apanhar tudo bem, mas mexer nas economias, nunca!

Não bastassem esses episódios tristes, Maria Eugênia ainda teve uma experiência traumatizante em sua vida. Após recuperar-se do trauma de ser enganada pelo príncipe encantado, Maria Eugênia foi para a noite, saiu com uma amiga e se esbaldou bebendo e dançando. Na boate conheceu um rapaz muito interessante e, contrariando os conselhos da amiga, aceitou carona do moço para voltar para casa, já estava de porre e tudo era alegria. No caminho o rapaz estacionou o carro numa rua escura e iniciou uns amassos mais picantes com ela. O calor foi aumentando e o rapaz ansiava por sexo. Ela não queria transar, mas a mão forte calou seus lábios e arrancou sua calcinha. Foi estuprada pelo homem que conheceu na boate. Não prestou queixa, não queria expor o acontecido, vergonha, angústia, decepção com a vida e com os homens. Apenas tomou uma decisão, viveria seus dias de fêmea desejável com um único propósito: vingar sua honra e humilhar todo e qualquer macho que lhe cruzasse o caminho.
O calor da tarde estimulou o desejo de Maria Eugênia, a noite seria longa, sairia como Dani e faria estragos. Enfiou-se num vestido preto e tomou o rumo de um bar famoso na cidade, mesas postas na calçada, chope dourado e gelado servido às catadupas, belas mulheres e muitos homens dispostos a caçar. Dani aboletou-se numa banqueta a par do balcão e cruzou suas longas pernas de louça. Os olhares masculinos a lamberam com sofreguidão. Dani permanecia impassível, alheia aos acontecimentos, olhar firme e cara de paisagem. Enquanto bebia uma caipirinha de vodca esquadrinhava o ambiente a procura de um alvo. Numa mesa encontrou um tipo perfeito para a sua noite. Exibicionista, quarenta e poucos anos, da fala alta e gesticulada, estava com roupas de equitação, ainda sujas, assim como a turma que o acompanhava. Estavam jogando pólo, era um criador de cavalos ou ao menos se passava por um. Dani sabia que criadores de cavalos ou eram pessoas muito ricas ou eram caloteiros metidos a sebo. O que e quem era esse homem Dani iria descobrir.
Dani passou a encará-lo e a insinuar interesse. Logo foi correspondida e assediada. Em poucas horas Dani estava numa cocheira toda nua. A proximidade dos cavalos a excitava. Para Dani nada era tão nu como um cavalo. Dani encarou sua vítima, Pedro, e pediu:
- Quero transar olhando um desses cavalos, tocando nele.
Não precisou pedir duas vezes, foi possuída com gana dentro de uma baia. Em pé Dani arrebitou sua bunda e foi pressionada contra a parede do estábulo. Pedro estocava com força e Dani gemia e falava sandices. Até que virou o rosto e com uma cara de safada pediu:
- Me pega de quatro! Agora!
Dani se posicionou estrategicamente de frente ao pênis do animal, pedia para Pedro meter com força enquanto tocava o membro do cavalo. Dani gritava:
- Eu sou uma égua! Égua, éguaaaaa. Me chama de égua!
Se não tivesse nojo Dani lamberia o cavalo, estava excitadíssima, melecada. Não podendo chupar o animal, engoliu o pênis de Pedro e iniciou um boquete frenético, queria sentir o gozo daquele homem em sua boca. Dani chupava com gosto e engolia tudo, tudinho. Mas não queria terminar tão rápido aquele sexo gostoso. Vendo que Pedro ia gozar parou e esfriou um pouco os ânimos. Ordenou que Pedro deitasse no chão sujo e começou a cavalgar seu pinto duro. Afinal, Dani também gostava de gozar, e gozou. Estremeceu de gozo, sentiu um choque lhe percorrer a espinha. Quando estava relaxando após o clímax Pedro solta uma pérola:
- Minha égua baia!
Dani não suportou aquele pseudo-aditivo chulo e brega. Enfureceu-se, estava na hora de cumprir sua missão, o prazer ela já tivera. Dani amarrou Pedro num cocho vazio e fotografou-o nu com um relho na boca. Depois proferiu a frase que fez os ossos de Pedro transformar-se em manteiga.
- Agora sua mulher verá o que o marido faz no seu haras. Amanhã ela receberá por e-mail, carta e por fax essas fotografias. Fique tranqüilo que o nome e o endereço dela eu descubro fácil. E nunca mais me procure senão faço coisa pior e transformo sua vida num inferno.
E girou sobre seus scarpins sem olhar para trás.
Roberto Carlos
E para tornar essa estória mais excitante e cheia de suspense, quem comentar aqui no texto irá concorrer ao DVD "Atração Fatal", se lembram? É aquela velha história do homem que trai com a mulher errada...Com Michael Douglas e Glenn Close, no papel da psico-sexual mais doida do cinema!
O Sorteio será dia 27/12/2009. Não esqueça de deixar seu email! Boa sorte!